Curabitur sed iaculis dolor, non congue ligula. Maecenas imperdiet ante eget hendrerit posuere. Nunc urna libero, congue porta nibh a, semper feugiat sem. Sed auctor dui eleifend, scelerisque eros ut, pellentesque nibh. Nam lacinia suscipit accumsan.
Reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur int occaecat cupidatat non proident.
Duis aute irure dolor in Reprehende
Ut ultricies imperdiet sodales. Aliquam fringilla aliquam ex sit amet elementum. Proin bibendum sollicitudin feugiat. Curabitur ut egestas justo, vitae molestie ante fringilla aliquam ex sit amet .
Na Espanha, o empresário Esteve Domènech criou o Linverd Eco Market, um supermercado onde nenhum plástico descartável é vendido ou usado, no mercado não existem produtos em pacotes de plástico, como arroz, macarrão e feijão, por exemplo eles são colocados em recipientes de vidro e o comprador escolhe a quantidade que deseja. O supermercado conta com uma horta vertical em seu interior que possibilita o cultivo e conservação de verduras e legumes frescos para o consumo. Além disso, as compras também são empacotadas de forma diferente da convencional, o cliente pode escolher levar os itens em sacos de papel 100% recicláveis – que são cedidos pelo mercado – ou fornecer suas próprias ecobags. Reduzir o lixo plástico é um dos maiores desafios ambientais da atualidade. Um novo passo nesse sentido acaba de ser dado em Amsterdã, na Holanda, onde foi inaugurada a primeira seção de supermercado livre de plástico do mundo.
Os comerciantes varejistas de frutas e verduras respondem por cerca de 40% de todas as embalagens de plástico do Reino Unido. Concentrando-se nas prateleiras dos supermercados, a campanha #PlasticFreeAisle visa atingir o cerne do problema – ao contrário do lobby das embalagens de plástico, que se esconde atrás do subterfúgio da reciclagem. No Brasil, o número de supermercados que promovem a substituição de plástico por produtos biodegradáveis ainda é pequeno quando comparado com países europeus. Apesar da grande demanda, a maioria dos produtos vendidos por esses estabelecimentos são comprados de pequenos produtores que não possuem a infraestrutura adequada ou incentivos governamentais. Dessa forma, o estabelecimento desses negócios no país acaba sendo atrasado.
Em contrapartida, nas grandes cidades brasileiras os supermercados ecológicos que vendem seus produtos a granel e disponibilizam sacolas de papel, embalagens retornáveis de algodão, ráfia e vidro como alternativa ganham cada vez mais espaço espaço. Como exemplo, temos as pioneiras cariocas La Fruteria, Acolheita e a pioneira paulista Mapeei.